Índice Fipe ZAP+ de Locação avalia comportamento do aluguel residencial em 25 cidades brasileiras e Florianópolis (SC) teve o maior aumento
Acompanhando o comportamento dos preços de aluguel de imóveis residenciais em 25 cidades brasileiras, com base em anúncios veiculados na internet, o Índice Fipe ZAP+ de Locação Residencial registrou uma alta mensal de 1,84% em abril de 2022.
O resultado representa o décimo avanço consecutivo do índice e a sua maior variação mensal desde maio de 2011 (+2,05%).
Comparativamente, a variação média do aluguel residencial registrada pelo índice superou a inflação mensal ao consumidor medida pelo IPCA/IBGE (+1,06%), bem como o comportamento dos preços da economia brasileira segundo apuração do IGP-M/FGV (+1,41%).
Entre as 25 cidades monitoradas, duas não acompanharam a alta do índice: Pelotas (-2,95%) e Campinas (-0,02%).
Considerando o recorte das 11 capitais onde os preços de locação residencial são avaliados, as seguintes variações foram observadas em:
Florianópolis (+3,71%),
Salvador (+3,51%),
Belo Horizonte (+3,39%),
Goiânia (+3,34%),
Fortaleza (+2,72%),
Recife (+2,35%),
Curitiba (+2,28%),
Rio de Janeiro (+1,89%),
São Paulo (+1,60%),
Porto Alegre (+0,73%) e
Brasília (+0,22%).
Ao final de abril de 2022, o Índice Fipe de Locação Residencial acumula uma alta de 5,98%, variação superior à inflação acumulada pelo IPCA/IBGE nesse intervalo temporal (+4,29%), embora se mantenha abaixo do comportamento do IGP-M/FGV (+6,98%).
Todas as 25 cidades monitoradas registram elevação de preços no período, incluindo as capitais:
Goiânia (+18,02%),
Florianópolis (+11,26%),
Salvador (+10,85%),
Fortaleza (+9,65%),
Curitiba (+8,59%),
Belo Horizonte (+8,31%),
Recife (+7,04%),
Rio de Janeiro (+6,61%),
São Paulo (+4,14%) ,
Brasília (+3,16%) e
Porto Alegre (+1,61%).
Considerando os resultados mensais dos últimos 12 meses encerrados em abril de 2022, o Índice Fipe de Locação Residencial acumula uma alta nominal de 9,36%, variação inferior à inflação apurada pelo IPCA/IBGE (+12,13%) e pelo IGP-M/FGV (+14,66%).
Também nessa janela temporal, todas as 25 cidades monitoradas pelo índice registram elevação nominal dos preços em suas respectivas localidades.
Em particular, destacam-se as variações nas capitais incluídas na cesta do índice:
Goiânia (+26,28%),
Fortaleza (+21,23%),
Florianópolis (+19,64%),
Curitiba (+17,86%),
Recife (+15,54%),
Belo Horizonte (+13,68%),
Salvador (+12,85%),
Rio de Janeiro (+9,10%),
Brasília (+6,09%),
Porto Alegre (+4,37%) e
São Paulo (+4,36%).
Com base em dados de 25 cidades monitoradas pelo Índice Fipe de Locação Residencial, o preço médio do aluguel de imóveis residenciais foi de R$ 33,34/m² em abril de 2022.
Comparando-se a apuração nesse mês entre as capitais com abrangência do índice, São Paulo apresentou o preço médio de locação de imóveis residenciais mais elevado no último período (R$ 41,34/m²), seguida pelos valores médios registrados em:
Recife (R$ 38,11/m²),
Brasília (R$ 35,08/m²) e
Rio de Janeiro (R$ 34,16/m²).
Já as capitais monitoradas com menor valor de locação residencial, segundo os dados da última apuração mensal, incluíram:
Fortaleza (R$ 20,83/m²),
Goiânia (R$ 23,17/m²),
Porto Alegre (R$ 25,31/m²) e
Curitiba (R$ 25,84/m²).
A razão entre o preço médio de locação e o preço médio de venda dos imóveis é uma medida de rentabilidade (rental yield) para o investidor que opta em adquirir o imóvel com a finalidade de obter renda com aluguel.
Na prática, o indicador pode ser utilizado para avaliar a atratividade do mercado imobiliário em relação a alternativas de investimentos disponíveis.
Com base nas últimas informações, o retorno médio do aluguel residencial foi de 4,85% ao ano – percentual inferior à rentabilidade média projetada para aplicações financeiras de referência nos próximos 12 meses.
Entre as capitais, as taxas de rentabilidade mais elevadas foram encontradas em Recife (6,77% a.a.), Salvador (5,93% a.a.), São Paulo (5,04%) e Goiânia (4,90% a.a.).
Com base no levantamento do índice de locação para o aluguel de imóveis no país é possível avaliar tendências de mercado e o comportamento do cliente para orientar o trabalho de imobiliárias e corretores de imóveis.
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