Programa Casa Verde e Amarela voltado para habitação popular recebe aumento no teto para melhorar as condições para construtoras
Os mutuários que recebem até R$ 8 mil agora passam a ter acesso ao programa Casa Verde e Amarela, principal projeto de habitação popular no Brasil.
Antes dessa mudança, somente as famílias com renda mensal de até R$ 7 mil podiam ser atendidas na aquisição de imóveis pelo Casa Verde e Amarela (antigo Minha Casa Minha Vida).
O Conselho Curador do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) aprovou o aumento nas faixas de renda para expandir os benefícios de acesso a compra de imóveis pelo programa.
As mudanças nos valores foram as seguintes:
Categoria | Valores antigos (renda mensal) | Valores novos (renda mensal) |
Faixa 1 | até R$ 2,4 mil | mantida em R$ 2,4 mil |
Faixa 1,5 | de R$ 2,4 mil a R$ 2,6 mil | de R$ 2,6 mil a R$ 3 mil |
Faixa 2 | de R$ 2,6 mil a R$ 3 mil | de R$ 3 mil a R$ 4,4 mil |
Faixa 3 | de R$ 3 mil a R$ 7 mil | de R$ 4,4 mil a R$ 8 mil |
Cada faixa tem subsídios e programas diferenciados. Segundo o Conselho Curador do FGTS, a atualização das faixas de renda tem como objetivo destravar o programa habitacional e melhorar as condições para as construtoras, pressionadas pelo aumento dos custos, pelos juros altos e pela inadimplência.
Segundo o Secretário Nacional de Habitação do Ministério do Desenvolvimento Regional, Alfredo Santos, as medidas ampliam em até R$ 19 mil a capacidade de financiamento das famílias pelo Casa Verde e Amarela.
As reduções de juros, provocadas pelo número maior de famílias com acesso às faixas mais baixas do programa, ficarão entre 0,75 e 1,16 ponto percentual, dependendo da renda do mutuário. A queda das taxas de juros deve beneficiar até 31 % da carteira do Casa Verde e Amarela.
O Conselho Curador também aprovou reduções de juros no Pró-Cotista, programa destinado a quem não tem acesso ao Casa Verde e Amarela.
Nesse caso, as taxas para a compra de imóveis com avaliação em até R$ 350 mil cairão de 8,66% para 7,66% ao ano. Os juros para unidades acima desse valor cairão de 8,66% para 8,16% ao ano. As informações são da Agência Brasil.
Foto: Paulo Carvalho/Agência Brasil
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